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EU ASSISTI: THE END OF THE F***ING WORLD

Neste mês de janeiro, a Netfliz lançou uma nova série, a The End Of The F***ing World. E eu assiti!

Confesso que logo no segundo episódio da série fiquei um pouco receoso, pois uma série adolescente em que um menino bonito e esquisitão, mas também com traços de psicopatia é romantizado, não me parecia muito legal. Mas não gente, calma, a série é muito além disso.  James, um menino que desde sua infância sempre foi muito “diferente” das outras crianças, afinal, não é muito comum alguém colocar a mão em uma fritadeira só para tentar sentir alguma emoção, não é mesmo? Fora isso, tinha muito dificuldade de se relacionar com outras pessoas.

James (Alex Lawther) – Fonte: Google

Paralelamente aos conflitos do James, a séria conta uma pouco da história da Alyssa, uma menina que também tem dificuldades de relacionamento, mas que não possui traços de psicopatia, está mais para uma vida difícil com uma padrasto idiota, uma pai mais ainda e uma mãe super passiva.

Alyssa (Jessica Barden) – Fonte: Google

A primeira temporada gira em torno de dois pontos: relances que vão construindo os personagens, assim,  com o tempo, vamos entendendo suas dificuldades e o porquê de determinadas atitudes. E o desejo doentio do James de matar uma pessoa, já que ele se declara um psicopata. Ah, vala deixar claro que, inicialmente, ele só se tornou amigo, fingindo até estar apaixonado por Alyssa, para matar a garota. Mas é aquela coisa de roteiro americano e que também acontece com a gente de vez em quando: achar uma pessoa super idiota até se relacionar com ela e mudar de opinião.

A série é muito pequena, se passa em oito episódios de no máximo 25 minutos, o que você consegue maratonar em uma tarde. Sério, gente? Em terra de Grey’s, lançam uma série tão boa e tão curta? Sem falar que ainda nem confirmaram a segunda temporada. Olha Netflix, queridinha, você está fazendo um jogo comigo? hahaha

Por fim, para o bem geral da nação, digo que a série é muito boa, e que vale sim o seu tempo. Você vai amar ver um casal bem fora dos padrões. Mas também vai ficar chateado com a forma que a série acaba, assim como o não desenvolvimento de questões mais psicológicas dos personagens, como os traços de psicopatia do James e a depressão da Alyssa. Espero, sinceramente, que a Netflix tenha deixado isso para a próxima temporada.

RECOMEÇOS – Série ELA ENCANTA

Mais um ano se inicia, milhares de metas devem ter sido escritas ou digitadas em todos os continentes. Provavelmente, temas como emagrecer, estudar mais, ler mais, ter mais dinheiro, arranjar um novo amor e por aí vai. Deve ter sido as escolhas da maioria das pessoas.

Confesso que eu sempre fui a louca das metas, acreditava que o ano novo me traria exatamente tudo aquilo que o antigo se esqueceu de me trazer. Acreditava que todas as brigas, a preguiça, tudo de ruim tivesse ficado para trás. Acreditava que o amor que as pessoas “demonstravam” ter no dia trinta e um de dezembro duraria trezentos e sessenta e cinco dias.

Hoje resolvi deixar essa história de metas de lado, é melhor agir do que apenas pensar. No quarto, que foi meu durante tanto tempo da minha vida, agora abriga algumas malas com roupas e objetos que eu não consigo me desapegar.

Hoje, ao invés de me preocupar com aquela lista de coisas que eu provavelmente não cumprirei, me preocupo em comprar uma passagem para uma cidade que possa me abrigar. Onde eu possa recomeçar sem ter nas costas todo o peso que sempre colocaram.

Hoje não me importarei se a minha bateria acabar, não vou querer uma de reserva para garantir que todas as minhas fotos e vídeos sejam postados. Nessa nova vida, vou preferir prezar pelo anonimato, viver mais o real do que o virtual.

A partir de hoje, não vou ligar se alguém falar mal da minha roupa, do meu cabelo, da minha maquiagem e, principalmente, das minhas ideias. Aprendi que a minha opinião vale muito mais do que a das pessoas que querem me ver infeliz.

E hoje colocarei em prática não as minhas metas, mas sim a minha nova regra: seguirei meu coração. Talvez nem sempre eu acerte, mas o que importa é que eu sempre estarei pronta para um novo recomeço… Uma nova chance de ser feliz.

05 MOTIVOS PARA ASSISTIR THE 4400

Olá, olá, vira latas o/ Hoje vou escrever um post comum sobre algo incomum (clichê, mas ok). Começando agora: 5 motivos para assistir The 4400 (2003-2007)!

Espera, espera, mas o que é mesmo essa tal de The 4400? É tipo The 100? Não. Essa série  (que tem na Netflix, onde me viciei) é totalmente diferente desta e gira em torno basicamente de uma situação: o número que a intitula corresponde a quantidade de pessoas que desapareceram ao longo do último século, porém não aparentam ter uma correlação.

No primeiro episódio, um meteoro vem em direção ao nosso planeta e, por mais que se atirasse mísseis, ele chega em Seatle (sim, sempre EUA). Ao aproximar-se da terra, se vê que é uma esfera luminosa que “explode” num lago revelando em seu lugar todos os desaparecidos, desde aqueles que sumiram há meses até aqueles demais de meio século. Todos sem envelhecer nem mesmo um dia e sem lembrar de nada. Encurtando o resumo: eles são postos em quarentena e liberados por não haver leis que amparem a reclusão. Sempre observados e vistos de mil maneiras diferentes pelas pessoas comuns, alguns começam a desenvolver habilidades sobre-humanas, o que pode (ou não…) causar problemas pra a humanidade.

Agora… Vamos aos motivos, se é que isso já não os convenceu.

1-Tá acostumado com séries, filmes, livros etc pós-apocalípticos? The 4400 é pré!

Isso mesmo. Não posso falar muito, por que seria um monte de spoiler da primeira temporada, que é onde fica a maioria dos esclarecimentos, mas a série tem uma perspectiva temporal bem interessante por esse ponto.

2-Uma visão ampla sobre o bem e o mal.

Se você é uma daquelas pessoas, como eu, que gostam de apreciar os personagens em cenas de pressão psicológica, física e cobranças intensas para alcançar seus objetivos, a série te recompensa. Sério, nada é fácil pra ninguém nisso e não se pode confiar em nada; principalmente pra um  4400.

3-União e humanidade.

Esse ponto já é comum em séries/livros/filmes relativos a diferenças, mas acho essencial. Se vê bastante algo, às vezes de forma discreta, às vezes não: a humanidade por muitas vezes se esquece de seus semelhantes e é com isso que se pode vencer várias adversidades. Acho um contraste com o motivo dois. Até onde vão os limites entre o bem e o mal? E, claro, até onde vai sua humanidade?

THE 4400 QUALQURR COISA VIRA LATA4-Atuação.

Seria impossível de não falar. Embora eu não conhecesse nenhum dos atores por nome antes de assistir (embora vários eu jure que já vi antes), é inegável que eles estudaram muito bem seus papéis com toda a personalidade de seus personagens. Até mesmo Mahershalalhashbaz Ali (como fala isso, minha gente?), por mais que sempre pareça que vá cair aos prantos, casa direitinho com Richard Tyler (um soldado negro que sofreu muito racismo por ter se envolvido com uma branca nos anos 50).

5-É igual a Heroes e X-Men?

Migo, não. Pare com isso. Primeiramente, sobre X-Men, acho ótimo, gosto demais e é incomparável por ser um universo muito mais complexo e completo, mas ainda assim (até por isso, na verdade) tem nada a ver. Sobre Heroes: por muita gente conhecer Heroes e poucos The 4400, acham que, por ter pessoas com poderes especiais, The 4400 seria plágio. Mas esquecem de um detalhe: Heroes começou em 2006.

EXTRA- Pra finalizar: os colaboradores da série tem coração.

Além tudo isso e outros motivos, como reflexões sobre amadurecimento e manipulação da massa, um ponto é o mais importante pra mim. Sabe quando aquela série que você está amando decide acabar do nada? Sem final ou com um final horrível e sem lógica? Isso ocorreria com The 4400 se não fosse o pessoal que a tornava possível. Após quatro temporadas, eles não tinham mais como continuar, decidiram não nos deixar órfãos e, por ser um meio mais barato, publicaram dois livros (apenas disponíveis em inglês oficialmente e com preços caros, mas tudo bem) com a quinta e a sexta temporada. E vocês podem encontrar na internet.

MOTIVOS PARA ASSISTIR A SÉRIE SKINS

Oi, Vira Latas. Depois de ouvir a galera falando sobre a série Skins eu finalmente resolvi assistir e, sérioo, gostei bastante. Eu assisti a primeira e a segunda temporada em menos de uma semana. E já estou na terceira de sete temporadas. Ah, e estou assistindo pelo Netflix.

skins qualquer coisa vira lata

Skins é uma série britânica que tratar sobre os dramas da adolescência de um grupo de jovens da cidade de Bristol, na Inglaterra. Ela aborda histórias bem polêmicas sobre questões como famílias problemáticas, sexualidade, abuso de drogas, transtorno alimentar, etc. Por isso a série é proibida para menores de 18 anos. A série foi lançada em 2007, mas foi cancelada na sétima temporada em 2013. O que é uma pena, já que ganhou prêmios pelo grande número de audiência. A grande questão é que algumas pessoas veem a série somente como sexo e drogas. O que é uma grande falácia.

Por isso eu resolvi dar alguns motivos para você assistir, assim nós poderemos bater um papo legal aqui nos comentários. Hahaha

 TRATA DE ASSUNTOS REAIS

Sim, essa série trata de assuntos muito reais. E, talvez, esse pode ter sido o motivo do cancelamento, além da caída de audiência. Problemas com drogas, sexo e relacionamento interpessoal é o que mais tormenta a cabeça da galera. E como reagir a esse turbilhão de emoções e descontrole hormonais é a resposta que procuramos e nos tira o sono todos os dias. Seja por aquele amigo que entrou nas drogas, seja por você não consegui aceitar sua sexualidade por preconceito da sociedade ou seja por simplesmente você achar a sua vida  uma droga 24horas por dia. Skins nos mostram essas realidade na prática, por isso você consegue se identificar em algumas das situações dramatizadas.

OS PERSONAGENS

Assim como você se identifica com algumas situações da série, você também se identificará com certeza com algum personagem. A Cassie, Tony, Sid, Chris, Jal , Michelle, Anwar, Maxxie e a Effy (1º e 2º temporada) são personagens bem distintos, e cada um com sua personalidade e história de vida nos tocam de alguma forma. São personagens reais e complexos.

EMOÇÃO

Eu fiquei pensando em qual seria o terceiro motivo, e assistindo o final da segunda temporada eu entendi o quanto minhas emoções mudavam a cada episódio e a cada a cena, por vezes. Skins é uma série que você cria raiva por um personagem, mas não consegue deixar de amá-lo (Tony, por exemplo). Você ama uns e hora se decepciona com eles, você rir, você chora. E você também fica meio depressivo. E também fica feliz. E depois você não entende mais nada, só sente!

OBS.: a trilha sonora também é incrível! Ah, e os personagens mudam a cada duas temporadas.

Espero que vocês gostem e depois me contem o que acharam, blz?

GRACE AND FRANKIE – NETFLIX

Grace-and-Frankie-Netflix-Original-CastSINOPSE: Grace (Jane Fronda) e Frankie (Lily Tomlin) estão encarando a 3ª idade mas não da forma como imaginavam. Quando seus respectivos maridos revelam que estão apaixonados um pelo outro, e planejam se casar, a vida delas é virada de cabeça para baixo. Agora, elas estão ligadas eternamente por esse acontecimento e, já rivais, descobrirão que podem ter que tomar conta uma da outra.

 CRÍTICA: Os primeiros episódios não são tão convidativos, mas o enredo da história, os cenários e os protagonistas fazem você notar um grande potencial escondido, aí você dá uma chance e continua, embora as risadas e o entretenimento seja um pouco raso. Mas quem não adora uma coisa nova? E convenhamos que não se vê uma história dessas todos os dias. Já na primeira temporada as coisas começam a ir para o lugar e as risadas são garantidas. É um mundo mágico e leve com humor agradável, mas nem por isso deixamos de dar ótimas risadas! Quem tem avós em casa sabe do que eu estou falando! Aquele momento em que nossas avós pensam que a internet é uma pessoa e o Facebook um álbum de fotos.

  A série aborda um tema muito moderno, e que se torna cada vez mais normal. A união de duas pessoas do mesmo sexo, foi uma ideia muito interessante usar um casal já de idade em vez de jovens. O seriado também procura mostrar que nunca se é tarde pra recomeçar, a vida é curta então temos que vivê-la da melhor maneira possível independentemente da idade.

 O cenário tem tudo a ver a história e se encaixa perfeitamente em cada cena.

SÉRIE: DEMOLIDOR – NETFLIX E MARVEL

NOTA: 4 ESTRELAS (Muito Bom)

Quem diria que a parceria da Marvel com a Netflix daria um resultado tão impressionante?  Essa é, com certeza, uma das melhores adaptações de HQ que eu já vi, senão a melhor. A série tem um clima que lembra filmes investigativos e uma bela atmosfera típica dos incríveis trabalhos de Frank Miller: sombria, misteriosa, cheia de ação… A serie é maravilhosa! O desfecho é ótimo e sem falar que o Charlie Cox arasou no papel.

demolidor

Estou super orgulhosa da Marvel, que por sua vez está se superando cada vez mais na mostra de seus heróis. Diferente da maioria dos trabalhos da Marvel, a série deixa o humor um pouco de lado e se foca mais na ação e no mistério. A cada episódio o espectador fica mais motivado a continuar assistindo. Mas não se pode esperar muito do final, já que é como nos desenhos para crianças. Essa é sem duvida a melhor série da Marvel, se faltava obscuridade em Marvel Agent’s of SHIELD, aqui tem de sobra. E a atuação de D’Onofrio merece um Oscar, senti na minha pele seus sentimentos de frustração, raiva e seu amor pela Vanessa.

O elenco é muito bem preparado para o trabalho. Principalmente quando se fala do Charlie Cox que interpreta o herói, e Vincent D’Onofrio, interpretando o Wilson Fisk. Claro que não posso deixar de parabenizar os diretores e toda a equipe técnica pelo maravilhoso trabalho. E claro ao criador também, Drew Goddard.


SINOPSE: Matthew Michael Murdock (Charlie Cox) é um jovem atleta e excelente aluno. Ainda na adolescência, um acidente envolvendo um caminhão que carregava lixos tóxicos o deixou cego e fez com que ele desenvolvesse vários sentidos. Quando Matt decide vestir o uniforme e adotar o nome “Demolidor” (Daredevil), leva uma vida dupla: é advogado durante o dia, e, à noite, protege as ruas de Hell’s Kitchen, seu bairro em Nova York.