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OS DISPOSTOS SE ATRAEM

IMAGEM: reprodução da internet

É muito estranho como a nossa vida muda por causa de outras pessoas. Nos feriados passados eu estaria, provavelmente, contando as horas para cair na farra com os meus primos. Viagem de família sempre rola isso, a galera se reúne, enche a cara e brinca bastante. O problema é que dessa vez tudo seria diferente por causa dela…

Eu olhava o meu celular de cinco e cinco minutos, queria saber se tinha recebido alguma mensagem, mas não tinha absolutamente nada. Aquela menina conseguiu o que as outras tentaram, mas fracassaram. Como diriam os meus amigos, eu estava com os quatro pneus arriados por conta daquela morena.

A saudade estava tão grande que resolvi ligar para ela, apesar de saber que ela estava na aula, queria escutá-la dizer que aproveitaríamos a véspera do feriado de Páscoa juntos.

-Oi, moleque. – Ela falou no terceiro toque. – Aconteceu algo? – Soou preocupada.

-Nada de mais, linda. – Resolvi brincar um pouco. – Quer dizer, queria ouvir tua voz… Estou com saudades.

-Também estou, apesar de que nos vemos na segunda. – Ela riu. – Não posso demorar, tenho que voltar para a aula.

-Posso te buscar na faculdade? – A dependência por aquela menina estava grande.

-Vou de carona com uns amigos para o barzinho. – Minha morena se divertiria sem mim.

-Tem espaço para mais um no barzinho? – Queria que ela dissesse sim.

-Ter tem, só não sei se você vai curtir.

-Curto tudo que te faz feliz. – Falei com um sorriso bobo. – Manda o endereço por mensagem. Beijo linda.

Quando cheguei em frente ao bar foi que me dei conta da fria que tinha entrado. Era semifinal do carioca, o bar estava lotado de torcedores. Se a minha garota quis ir para lá era porque ou torcia para o Fluminense ou para o Vasco. Os dois times rivais do meu rubro negro.

Ela se aproximou, usava uma calça jeans e uma camisa do clube Cruzmaltino. Eu iria mesmo assistir ao jogo do time rival só por conta de uma garota? Pelo visto sim.

-Considere-se uma mulher de sorte, nem todo flamenguista aceitaria assistir essa partida. – Falei depois de lhe dar um beijo.

-Ninguém está te obrigando a ficar. – Aquela morena adorava brincar com a minha sanidade.

Entramos no bar, sentei ao seu lado, em nenhum momento deixei de abraçá-la. Ou melhor, só quando o seu time fez um gol, ela se levantou, assim como os outros torcedores, para comemorar.

O Vasco sofreu a virada, confesso que fiquei feliz, mas logo o time empatou, para a felicidade daquela garota.

O problema é que o empate não era o suficiente, o jogo já estava nos acréscimos e eu pensava em uma forma de convencê-la a esticar a noite comigo. Queria consolá-la.

Mas é claro que o Vasco não permitiu, aos 50 minutos do segundo tempo o time virou. Minha morena gritava feito louca, comemorou com os seus amigos. Mas logo em seguida fui presentado com um beijo daqueles que eu lembraria o fim de semana inteiro.

-Não se preocupa, lindo, meu Vasco vai vingar teu Flamengo no final do carioca. – Ela disse com aquela carinha de “que de inocente não tem nada”.

Aquela menina poderia não torcer para o mesmo time que eu. Mas sem dúvidas não a trocaria por nenhuma outra. No fim das contas foi bom o Vasco ter ganhado, minha morena com certeza queria alguém para comemorar aquela vitória.

QUANDO APRENDEMOS O QUE É TRAGÉDIA

Recentemente, ouvi um texto do Marcos Piangers, ele falava sobre tragédia. Esse texto é um daquela série de coisas simples, que já sabemos, está bem na nossa cara, mas fazemos questão de esquecer, e fazemos de forma tão fácil que nem percebemos que já sabíamos disso tudo.

No dicionário, o significado de tragédia se dá por uma ação que cominou em acontecimentos fatais, funestos. Engraçado pensar sobre a nossa capacitada de significar a linguagem, uma significação muito peculiar e intrínseca, mas às vezes também muito convencionada ao comum de uma sociedade que se apresenta de forma muito fácil como seca, obscura e desesperançosa. Tenho pensando seriamente sobre o que pra mim se apresenta como trágico. E corroboro com as reflexões do Piangers, quando diz que: a morte não é trágica, ela aconteceu porque tinha que acontecer, afinal, o destino tão distante de todos nós é a morte; a separação de um casal não é trágica, na verdade, trágico é você deixar de experimentar momentos extraordinários por querer estar ao lado de uma pessoa que não te faz feliz. Passar a vida toda solteiro não é trágico, quando na verdade, trágico é passar a vida toda procurando ser a metade de alguém quando você já se senti inteiro/a.

Mas então, no findar dos meus vinte quatro anos, aprendi o que pode ser trágico.

Trágico é meu sobrinho de dois anos e meio preferir assistir vídeos de crianças brincando de carrinho no YouTube, na maior parte do tempo, do que brincar com seus próprios carrinhos. Trágico é você nunca ter experimentado ir ao cinema sozinho por achar que sempre precisa do outro pra ser mais divertido. Também é muito trágico você nunca responder um “eu te amo” de volta pra um amigo, amor vai muito além de atração – na verdade, atração não é amor. Trágico é você achar que tem que ser bom em tudo que faz, e esquecer que pode ser melhor ainda naquilo que realmente gosta de fazer.

Trágico é perder a oportunidade de ser feliz por sempre achar que há um tempo depois. É trágico, é fatal, é sem tempo, é funesto.

EU ASSISTI: THE END OF THE F***ING WORLD

Neste mês de janeiro, a Netfliz lançou uma nova série, a The End Of The F***ing World. E eu assiti!

Confesso que logo no segundo episódio da série fiquei um pouco receoso, pois uma série adolescente em que um menino bonito e esquisitão, mas também com traços de psicopatia é romantizado, não me parecia muito legal. Mas não gente, calma, a série é muito além disso.  James, um menino que desde sua infância sempre foi muito “diferente” das outras crianças, afinal, não é muito comum alguém colocar a mão em uma fritadeira só para tentar sentir alguma emoção, não é mesmo? Fora isso, tinha muito dificuldade de se relacionar com outras pessoas.

James (Alex Lawther) – Fonte: Google

DICAS DE TATTOOS BASEADAS NO ESPAÇO

Hoje resolvi trazer aquele post que vocês sempre super visualizam. E fala sério, gente! Que trabalho que dá encontrar a tatto perfeita ou aquela que faça, no mínimo, algum sentido. Principalmente para quem vai fazer pela primeira vez, assim como eu.

Eu não sei vocês, mas eu sou fascinado pelo universos. E por que não fazer uma inspirada nele? Por isso, resolvi caçar várias inspirações para nos ajudar nessa escolha.  Ah, se você já tem alguma nessa temática ou pretende fazer, nos manda por direct lá no nosso insta @qualquercoisaviralata

AQUELE SORRISO BOBO QUE ME CONQUISTOU


Acabou! Ou melhor, iria começar a minha maratona para acabar todos os projetos da faculdade antes de domingo. Missão bastante difícil, mas não impossível!

Assim que a professora finalizou a aula, dei um tchau para os meus amigos de turma e sai em disparada para o ponto de ônibus. Queria apenas que ele fosse mais perto. Mas não, eu precisava passar pelo bloco de exatas, para chegar no estacionamento, para finalmente andar uma rua até o ponto de ônibus. A meta era fazer todo esse percurso em três minutos. Eu era boa nisso. Mas nada saiu como o planejado.

ÚN1CA FILHA – ANNA SNOEKSTRA

Vira Latas, hoje eu vou comentar com vocês o que eu achei do livro Única Filha, da escritora Anna Snoekstra. Não sei se vocês acompanham as nossas redes sociais, (espero que sim rsrs) faz algumas semanas que recebemos o livro da editora Harper Collins. O livro foge totalmente do meu estilo literário favorito, mas se vocês querem saber o que eu achei é só continuar lendo. Tenho certeza de que vocês não irão se decepcionar.

EU VOU ATÉ O FIM!

Eu sempre soube o que eu queria ser quando crescer. Sempre brinquei de desenhar plantas para as minhas bonecas. Imaginava como seriam as suas casas. Sempre amei tudo que era relacionado ao mundo da arquitetura. Ou melhor… Quase sempre. Eu não estava aguentando toda aquela pressão que vinha tomado conta de mim. Precisava entregar um projeto de um restaurante. O problema era que o professor não aceitava NENHUM dos meus projetos. NUNCA estava bom o suficiente!

O outro problema que aterrorizava a minha vida acadêmica era que eu não sabia qual curso escolher, caso abandonasse a arquitetura. Eu sempre quis ser arquiteta e não me via fazendo nada diferente. Mas quando essa crise de que eu não era boa em nada que eu faço me pegava, eu não sabia o que fazer. Aliás, saber eu sabia. Queria fugir!

AQUELE NOSSO ÚLTIMO SHOW

Hoje me peguei revendo as fotos do nosso último show juntos, teu sorriso em meio aquela multidão apressada, enquanto ao fundo tocava “Viva la vida” da Coldplay, e eu só conseguia admirar aquele teu brilho no olhar que me fazia sentir em um espaço só nosso,  aquele abraço apertado depois de meses sem nem sequer trocar uma palavra, mas os abraços sempre me diziam que aquele espaço de tempo nunca existiu. Parece que aquele penúltimo dia juntos nunca seria real. Lembro de cada sorriso, lembro de cada pedido de ajuda na organização dos últimos detalhes…

PLAYLIST: PORQUE HOJE É ROCK, BABY

O dia 13 de julho é reconhecido no Brasil como o Dia Mundial do Rock. A data celebra anualmente o rock e foi escolhida em homenagem ao Live Aid, megaevento que aconteceu nesse dia em 1985. A celebração é uma referência a um desejo expressado por Phil Collins, participante do evento, que gostaria que aquele fosse considerado o “dia mundial do rock”. O evento também ficou conhecido por contar com grandes artistas do gênero, como Queen, Mick Jagger, Keith Richards, Ronnie Wood, Elton John, Paul McCartney, David Bowie, U2 entre outros.*

TOP 5: FILMES DE ROMANCE

Vira Latas, como vocês sabem junho é o mês em que se comemoram tantas coisas: dia dos namorados, festas juninas e, no meu caso, as tão sonhadas férias. Como eu falei, esse é o mês do dia dos namorados e de Santo Antônio. O nosso post de hoje traz cinco filmes amorzinhos, com casais maravilhosos. Assistam aos trailers, escolham o seu favorito, preparem a pipoca e assistam.

As patricinhas de Beverli Hills

TOP 3: CONTOS DA AMAZON

Vira latas, eu já falei para vocês várias vezes como está a minha rotina de estudante de arquitetura. Mas se tem uma coisa que eu não abro mão, mesmo com a correria é ler. Às vezes é bem complicado ler um livro de centenas de páginas, mas os contos conseguem cumprir o papel de nos prender em uma boa aventura, além de ser curtinho. Hoje resolvi indicar para vocês três contos que eu li em meio ao caos da faculdade.