MESMO COM TODOS OS LIVROS, NÃO SEI NADA SOBRE O AMOR

Eu sempre acreditei que o amor fosse algo imprevisível, algo que sempre me tirasse do chão e me levasse pra um universo irreal. Algo como os relatados em livros, algo digno de ser escrito em um livro e lido para adolescentes, exagerado? Eu sei, mas se não fosse assim, eu nem queria.

Como num estalo em minha mente, o amor apareceu pra mim, ele não tinha algo que chamasse muito a atenção, nada fora do comum. Mas o sorriso dele tinha algo que me chamava atenção, algo que pedia atenção. Depois de algumas mensagens trocadas, por curiosidades e sem pretensão de flerte,  ele falou de Cazuza, Pokemón e Política, Algo que me fez querer continuar a ficar  e escutar todas as suas desventuras de vida. Nada extraordinário, mas uma normalidade incrivelmente envolvente.

Não demorou muito e aconteceu o primeiro beijo, algo que não foi planejado… Em meio a uma despedida, um abraço e um beijo que me fez querer fazer morada, meio que desajeitados e sem experiência para esse papo de amor, fomos nos aproximando e ficando cada dia mais dependente do calor um do outro.

E agora eu reconheço que o amor é tão perto da normalidade, que horas de conversas com o pote de sorvete em algum estacionamento me fez mais feliz do que noitadas repletas de gente. O incrível do amor foi como um sorriso trouxe a paz em meio ao caos. Novamente me pego refletindo e descobrindo que ainda não sei nada de amor, mesmo depois de ler todos os livros, assistido aquela diversidade de comédias românticas, tudo é novo…

Ingrid Omena
Ingrid Omena

Olá, uma pessoa que ama paçoca, rap e Raul Seixas. Tenho um fascínio pela saga de Harry Potter, principalmente, pelo conjuramento do patrono. Queria lhe dizer que estudo em hogwart, mas, infelizmente, minha carta não chegou ( agradeço ao Valdemort :| ), então, decidi cursar comunicação social, Jornalismo. Por hoje é tudo, pessoal.

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