TE ACEITO EM 3X4

“Olá, vira latas o/ (já que se tornou hábito dizer isso com o Álef, aproveito mesmo)

Sou Fernando, o novo autor do blog e vou começar com uma postagem sobre uma música que gosto bastante – embora de longe pareça bem simples. É meio que um apanhado de curiosidades sobre “3×4” dos Engenheiros do Hawaii.

3x4Ela foi lançada pela primeira vez no álbum ¡Tchau Radar!, em 1999, que conta com sucessos como “Eu que não amo você”, “10.000 destinos”, “Cruzada” e, claro, “3×4”. É dedicada à esposa de Humberto Gessinger (o multi-instrumentista líder da banda, único da formação original), Adriana Sesti. É cheia de detalhes tanto sobre seus sentimentos quanto sobre sua história, agora vamos aprender a pegar suas referências.

Primeiramente, o título 3×4 não é casual (tudo em EngHaw é bem planejado). Esse é o tipo de foto que é mais tida como defeituosa, pois mostra a pessoa sem muitos efeitos e, normalmente, até sem sorrir (utilizada muito em documentos), ou seja, não importa como você tente se esconder sobre filtros, à luz da 3×4, eles não podem fazer nada. Ah, e essa luz é mencionada no meio da letra… Ela é a única “que não produz sombra”.

Se apaixonar “pelos erros” de alguém parece um “beco sem saída” e só é válido pra quem “não fica pela metade” e não se priva de sentir por ser racional demais, pra quem “destrói a razão” . Indo mais além, reconhecer isso é “pôr o dedo na ferida”.

“Perder as chaves” não é somente uma metáfora para não ter volta no sentimento, ele realmente perdeu as chaves de casa no fim de um encontro com ela.

Amar alguém não significa achar a pessoa perfeita e admirar só suas qualidades. Afinal, qualidades boas todos admiram. O que nos torna um ser único são as nossas imperfeições combinadas com nossos pontos positivos… O conjunto nos torna quem somos e apenas quem consegue apreciar a obra completa pode afirmar com segurança seu amor. Amar as qualidades é fácil até demais, agora aprender a conviver bem e a ajudar a outra pessoa com os erros, com as negativas, com as dificuldades, com os problemas, com o indivíduo sem máscaras… Isso é “amar verdadeiramente.”

 

Fernando Farias
Fernando Farias

Me chamo Fernando, mas prefiro que me chamem de Fer, Nando ou até de Sátiro. Tenho 18 anos (quase 19), sou taurino com uns diplomas acadêmicos e vestibulando de Medicina. Sou escritor amador de ficção científica e participo de projetos sociais voltados à leitura, voltados para comunidades carente e orfanatos. Pretedo lançar meu livro no próximo ano, mas o vestibular está dificultando…
Link da parte online do meu livro: https://www.wattpad.com/story/52579285-gen%C3%BCbermensch

  • Franciele Gonçalves

    Musica que me marcou e ainda marca bastante. Faz parte do meu repertório de vida e foi muito bem traduzida por você. ^^

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